domingo, 1 de junho de 2014

cartola

escrevo, me escracho, num rancho esquecido pelo tempo,  e por mim mesma.

Fico perto de um abismo enquanto se perguntam os anjos como seria ser real, real em carne e osso... fico a espreita por um momento suave molhado de amor.
Enquanto Cartola canta, as lágrimas rolam docemente aliviando, aliviando, a dor. de estar em si.
de estar em corpo, em gesto em amor.

tudo o que foi feito dói no peito.
me pergunto coisas.. mil coisas... coisas demais.. e tudo sufoca...
na forca o céu do inferno parece colorido.

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